miércoles, 18 de septiembre de 2013

Foto e ciência

Uma exposição em Newcastle, na Inglaterra, reúne cem fotos que demonstram o importante papel do registro em imagens nas mais variadas áreas da ciência.
As fotos foram feitas pelos próprios cientistas durante seus trabalhos de pesquisa.
Algumas das técnicas mais avançadas de fotografia são usadas em alguns casos, como ressonâncias magnéticas e electromicrografia.
Mas outras são simplesmente retratos feitos com máquinas fotográficas comuns.
A exposição vai passar pela Grã-Bretanha, Europa e China.

Uma exposição reuniu cem fotos que demonstram o importante papel do registro em imagens nas mais variadas áreas da ciência. Esta foto é chamada de "O espetáculo empoeirado de Orion", feita este ano por Robert Hurt, nos Estados Unidos.

Aspectos da natureza que nem sempre são visíveis a olho nu podem ser revelados com equipamentos especiais, como este tardígrado, ou urso d'água, um pequeno invertebrado encontrado no musgo de um lago de cratera vulcânica na Tanzânia, retratada por Nicole Ottawa, da Alemanha, em 2010.

Atualmente exposta em Newcastle, na Inglaterra, como parte do Festival Britânico de Ciência, a mostra de fotos percorrerá a Grã-Bretanha, a Europa e a China.

As fotos foram feitas com diversas técnicas, desde métodos usados na medicina (como ressonância magnética) a refrações óticas. Nicole Ottawa fez esta imagem da antena de um mosquito com eletromicrografia. Ela foi colorida posteriormente.

A maior parte das imagens foram feitas por cientistas durante suas pesquisas. Dorit Hockman, da Universidade de Cambridge, retratou estes embriões de morcegos.

Esta é a segunda edição da exposição com imagens internacionais de ciência. A primeira foi em 2011. Essa foto retrata uma célula vermelha de sangue humano infectada com malária.

A mostra está em cartaz no Great North Museum: Hancock, de Newcastle, até o dia 29 de setembro. A partir do dia 1, a exposição passará a circular pela Grã-Bretanha.

Fonte: BBC Brasil 
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